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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Campinas: Obra no Convivência atrasa de novo e Cultura adia início para 'meio de 2017'

Última previsão da Prefeitura era que reparos começariam no fim deste ano.
Prédio em Campinas está com infiltrações, buracos e água acumulada


O início da reforma do teatro do Centro de Convivência Cultural de Campinas (SP) atrasou mais uma vez e vai ficar para a metade de 2017. A última previsão da Prefeitura era de que os trabalhos começassem até o final deste ano, mas, apesar de estar com o projeto pronto, a administração municipal não conseguiu arrecadar recursos para os reparos. Segundo a Secretaria de Cultura, ainda é preciso abrir uma licitação. Desde o fechamento do prédio, em 2011, esse é pelo menos o terceiro atraso na obra.
A reportagem da EPTV conseguiu entrar no prédio e verificou os sinais de abandono total no local. O prédio continua com as falhas que obrigaram a interdição em 2011. Ainda é possível ver fiação solta, infiltração, vidros quebrados, buracos no teto e no chão, entulho e sujeira. A madeira do palco está cedendo e precisa ser trocada. Além disso, a umidade estragou as poltronas e todas precisarão ser retiradas.
O prédio tem dificuldades de impermeabilização e chega até a acumular água por conta de um fosso. O secretário de Cultura, Ney Carrasco, afirmou que a Prefeitura vai fazer um leilão de títulos imobiliários para conseguir R$ 25 milhões, valor no qual a obra está orçada. O titular da pasta ainda justificou os constantes atrasos com a "complexidade" dos trabalhos e prazos longos. 

"Em março, eu acreditava que o projeto ficaria pronto em setembro, mas acabou ficando pronto só em setembro, nem a gente esperava que iria demorar tanto. Se tudo correr bem, as obras podem começar na metade do ano que vem. O prédio já estava nesse estado quando nós chegamos, mas a demora vem por conta da fase de testes, de elaboração do projeto, de estudos, isso demorou mesmo", disse Carrasco.

Prazos descumpridos
Em 2014, uma equipe técnica iniciou o processo de avaliação estrutural do complexo. Na ocasião, a Prefeitura afirmou que a previsão de início era para o segundo semestre de 2015. No entanto, a Secretaria de Infraestrutura afirmou que os trabalhos atrasaram por conta de “implicações técnicas” e deu novo prazo para o primeiro trimestre deste ano. Em março, o Executivo informou que precisou fazer “alterações no projeto” e adiou o começo dos reparos para o final de 2016, o que também não aconteceu.
O teatro interno do Centro de Convivência foi fechado pela Prefeitura em dezembro de 2011 por conta da precariedade estrutural. O espaço apresentava goteiras, fiação elétrica exposta, e a conclusão de técnicos da Administração foi de que o local oferecia riscos aos frequentadores.
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Teatro do Centro de Convivência tem sinais de abandono (Foto: Reprodução/EPTV)Teatro do Centro de Convivência tem sinais de abandono (Foto: Reprodução/EPTV)


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Campinas : Jonas Donizette ; Suposto plano de abrir escritório é questionado

O vereador Pedro Tourinho (PT) protocolou na Câmara de Campinas, ontem, requerimento para cobrar esclarecimentos do prefeito Jonas Donizette (PSB) sobre a suposta instalação de um escritório da administração municipal na cidade de Dongguan, na China.
"É engraçado que o prefeito fecha a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Central, reduz horário de atendimentos de postos de saúde, deixa a população na mão e abre escritório na China", criticou o parlamentar.
No requerimento, ele questiona qual o projeto que será desenvolvido, quais os custos e quem vai arcar com eles e como serão escolhidos e distribuídos os funcionários. "É importante saber quais setores serão privilegiados e porquê", disse Tourinho.
O prefeito embarcou no último final de semana para o Oriente para "trocar experiências e atrair investimentos dos chineses", segundo a prefeitura, em nota. A administração comunicou que ele ficará no país entre os dias 5 e 11. Em sua página no Facebook, Jonas publicou um vídeo enquanto fazia escala na fábrica da empresa BYD (multinacional chinesa com investimentos em Campinas), em Lancaster, na Califórnia (EUA). Ele disse que a viagem é custeada pela empresa e não tem uso de verbas municipais.
"Meu objetivo é atrair mais investimentos para a nossa cidade, para que possamos criar mais ofertas de emprego e sairmos o quanto antes da crise que afeta o nosso País", escreveu ele, em resposta a um usuário que questionava os custos da visita.
A prefeitura foi questionada pela reportagem, mas não comentou sobre o suposto escritório. A BYD tem uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas e até o final do ano deve iniciar a produção de painéis fotovoltaicos no município.

domingo, 27 de novembro de 2016

Campinas : Jonas Donizette põe projeto de reservatório na gaveta

Barragem seria feita no Rio Jaguari, em Sousas, teria capacidade para armazenar 15 bilhões de litros de água
 
 
O projeto para a construção de uma represa de água bruta no distrito de Sousas, na região conhecida como Três Pontes, para garantir a segurança hídrica de Campinas, foi engavetado. O prefeito Jonas Donizette (PSB) disse na semana passada que, embora a proposta não tenha sido abandonada, a Prefeitura não tem recursos para implantar um empreendimento como esse, com custo estimado de mais de R$ 150 milhões, e haveria muita dificuldade, com a crise econômica, de encontrar um investidor para uma parceria público privada. A construção de um reservatório integrou o pacote de enfrentamento da crise hídrica apresentado pelo prefeito em maio de 2014.
 
Os estudos para o empreendimento foram coordenados pela Sanasa, tanto de viabilidade técnica quando a estrutura financeira do projeto — seria um reservatório de água bruta com capacidade de armazenamento de cerca de 15 bilhões de litros, capaz de dar autonomia de abastecimento de 50 dias à cidade. A implantação de um reservatório próprio, segundo os estudos, é projeto de longo prazo, com custo estimado em mais de R$ 150 milhões.
 
“O projeto não foi descartado, mas não tem viabilidade agora”, disse Jonas. Segundo ele, as duas barragens que o Estado construirá no Rio Camanducaia, em Amparo, e no Rio Jaguari, em Pedreira, darão maior segurança hídrica à região e Campinas será beneficiada. O governo do Estado conseguiu viabilizar os recursos para esses empreendimentos — vai utilizar uma parte de um empréstimo de US$ 204 milhões (R$ 813,9 milhões) tomado junto ao banco Corporação Andina de Fomento (CAF) destinado à implantação de um projeto de macrodrenagem do Rio Baquirivu-Guaçu, em Guarulhos, para investir na construção das represas nas Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). O governo aguarda o encaminhamento, por parte da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, do termo aditivo ao contrato de financiamento junto a Corporação Andina de Fomento (CAF) para iniciar o processo de licitação.
 
A implantação dessas barragens ainda enfrenta outro problema — a poluição do Rio Camanducaia pode impedir o barramento do rio e o uso para abastecimento. Para que a água possa ser utilizada, haverá necessidade de melhorar significativamente o tratamento do esgoto das cidades situadas ao longo do rio, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA). A agência indeferiu pedido de outorga preventiva apresentado pelo Departamento de Água e Energia Elétrica (Daee) por causa da qualidade da água, que tem alta concentração de fósforo. O aval da ANA é necessário porque o Camanducaia é um rio de domínio federal. O Daee está apresentando soluções para melhorar a qualidade da água.
Para a represa de Campinas, os técnicos da Sanasa avaliaram o estudo feito pela Irrigart Recursos Hídricos e Meio Ambiente, empresa contratada pela Prefeitura no ano passado para apontar alternativas de áreas para a implantação do reservatório. Ele avaliaram também os estudos para a estruturação de parceria publico-privadas para viabilizar os investimentos privados no empreendimento, apresentados pela empresa Aegea Saneamento, que gerencia ativos de saneamento por meio de várias concessionárias. Além da estrututação financeira, a Aegea também fez estudos para a criação de condições institucionais e econômico-financeiras de atuação da Sanasa em projetos associados na área de saneamento básico e ambiental em Campinas.
 
A ideia é que o reservatório receba, por uma adutora, água do rio nos momentos em que o Atibaia está com boa vazão, nos períodos de chuva, e assim criar uma reserva para os períodos de estiagem. O reservatório descarregará a água até as estações de tratamento, utilizando as adutoras já existentes.

sábado, 26 de novembro de 2016

Prefeito autoriza construção de uma creche no Eldorado

Publicado 26/11/2016 - 17h32 - Atualizado 26/11/2016 - 17h47
Por Daniela Nucci 

Obra integra o Creche Bem QuererO FERREIRA/AAN



Leandro Ferreira/AAN
















Obra integra o Creche Bem QuererO FERREIRA/AAN





O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), assinou neste sábado de manhã a autorização para o início da construção da creche do Parque Eldorado. A obra integra o programa Creche Bem Querer. “É uma creche do tipo B que vai atender a 255 crianças, sendo 195 em tempo integral e 60 em período parcial”, disse o prefeito. As crianças em tempo integral são de zero a três anos e as de período parcial são com idade de três anos a seis anos (cinco anos, 11 meses e 29 dias).
 
É a primeira escola no bairro. Atualmente, as crianças do Parque Eldorado são atendidas em outros bairros da região, como o Nova Mercedes (mais próximo), Parque Itália e Vila Marieta (mais distantes). A creche será construída em um terreno de 7,4 mil metros quadrados, sendo 1,3 mil metros quadrados de área coberta. Serão 8 salas de aula.
 
Logo em seguida, o prefeito seguiu para o Jardim Santo Antônio, onde assinou a ordem de serviço para o início das obras de pavimentação do bairro.
 
No Santo Antônio, 10 mil moradores que aguardam há 23 anos pelo asfalto serão beneficiados. Serão 70 mil metros quadrados de pavimento. Também serão construídos 9 quilômetros de galerias para a passagem de água da chuva e 19,5 quilômetros de sarjetas e guias de calçadas, além de rampas de acesso para pessoas com necessidades especiais e dificuldades para andar.

Biblioteca de Sousas vai mudar de local

A Biblioteca Pública Distrital de Sousas, em Campinas, mudará de local. O objetivo é redução de gastos com um aluguel mais barato em outro local, diz a prefeitura.
 
O secretário de Cultura, Nei Carrasco, disse que a administração paga R$ 6 mil por mês de aluguel, mas já encontrou imóveis "similares" que custariam R$ 3 mil aos cofres públicos. Segundo ele, o Executivo precisa devolver o espaço para o dono até 9 de dezembro. "Temos um imóvel em vista já, no Centro de Sousas", disse.
 
Segundo ele, o local já fecharia em janeiro, quando as bibliotecas da cidade param por um mês para a reorganização do sistema. "Temos esse período de 9 até 31 de dezembro em que (a biblioteca) ficará fechada para a mudança", explicou.

Jonas Donizette confirma quebra financeira da prefeitura de Campinas

Da Redação


Apenas um mês após a ser reeleito prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB) deu uma má notícia aos funcionários da prefeitura. O salário de 25% deles vai ser pago parcelado. Em nota, publicada na quinta-feira (27\10), Donizette anunciou o pagamento nesta sexta-feira (28) só para quem ganha até R$ 5,4 mil. Os funcionários que recebem um valor superior terão o salário parcelado. A segunda parte deve cair só em 15 de novembro. 

O anúncio reforça a tese adotada pelos candidatos a prefeito de Campinas nas últimas eleições, de que o atual prefeito, administrou mal o dinheiro publico, levando a prefeitura a “quebrar” financeiramente. 

De acordo com a nota, Donizette atribui o problema à crise econômica do País, que teria causado forte impacto nos municípios. “Excepcionalmente neste mês o pagamento a ser feito no dia 28 de outubro, de forma antecipada, será creditado integralmente a 75% dos servidores da ativa”. 

Entre as medidas adotadas pelo prefeito também estão o corte de horas extras e de funcionários comissionados. Para complicar ainda mais, esta semana a Vigilância em Saúde interditou parcialmente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro, em Campinas, devido à falta de condições higiênicas e sanitárias, o que poderá levar ao fechamento da unidade.

Em protesto, sindicato dos Rodoviários fecha Terminal Central de Campinas por 1h30

O sindicato dos rodoviários de Campinas realizou uma manifestação e fechou o Terminal Central, impedindo que os ônibus deixassem o local na tarde desta-sexta-feira. O bloqueio começou ao meio dia e durou 1h30. 

Eles reclamaram da falta de garantia para o pagamento do 13º salário e também sobre o atraso dos depósitos do FGTS. Segundo os trabalhadores, durante este ano, os funcionários das empresas que operam o transporte coletivo em Campinas ficaram 105 dias com algum benefício em atraso. Se os problemas não forem resolvidos até o final deste mês, a categoria deve se reunir em assembleia e decretar greve, como afirmou a advogada do sindicato, Kátia Gomide.



O sindicato das empresas de transportes de passageiros da Região Metropolitana de Campinas informou que nenhuma empresa informou que tem encontrado problemas para depositar o FGTS de seus funcionários. Sobre o 13º salário, a entidade patronal informou que não há parcelamento ou atraso do pagamento. Em relação a manifestação desta sexta-feira, o sindicato que representa as empresas afirmou que foi uma atitude irresponsável e oportunista da entidade dos trabalhadores.

Reeleito em Campinas, Jonas Donizette afirma que poderá mudar secretariado


Reeleito prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, admitiu que pode mudar o secretariado para a próxima gestão. Porém, ele afirmou que as mudanças deverão acontecer apenas no início de seu segundo governo, em janeiro de 2017. 

Jonas Donizette foi reeleito em primeiro turno, com 323.308 votos, o que corresponde a 65,43% do total de votos válidos. Sobre as mudanças no primeiro escalão do governo, Jonas admitiu a possibilidade e disse que vai analisar quais mudanças serão necessárias.

O prefeito reeleito de Campinas disse que os possíveis novos nomes do secretariado serão definidos apenas no ano que vem. Segundo Jonas Donizette, as decisões somente serão tomadas depois que o atual mandato for concluído. Depois de reeleito, Jonas Donizette foi ao comitê do PSB, no Jardim Leonor, onde foi recebido por seus eleitores. Na ocasião, ele ainda disse que pretende ampliar os investimentos no município, gerando emprego e renda.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Salas do centro cirúrgico no Mario Gatti são fechadas

A direção do hospital informou que duas salas foram mantidas em funcionamento para cirurgias de urgência e que as medidas exigidas estão sendo adotadas
Cedoc/Rac
A direção do hospital informou que duas salas foram mantidas em funcionamento para cirurgias de urgência e que as medidas exigidas estão sendo adotadas
Cinco salas do centro cirúrgico do Hospital Municipal Mario Gatti foram fechadas na manhã desta sexta-feira (18) por determinação da Vigilância em Saúde, o que resultou no cancelamento de dez cirurgias eletivas. A interdição ocorreu porque uma obra de melhoria que está sendo realizada naquela ala, na área onde os médicos lavam as mãos, levou poeira para dentro do centro cirúrgico. A vigilância determinou a implantação de medidas de contingenciamento, como colocação de tapumes, para que as salas possam a voltar a funcionar.
A direção do hospital informou que duas salas foram mantidas em funcionamento para cirurgias de urgência e que as medidas exigidas estão sendo adotadas, com a expectativa de que as cirurgias possam ser retomadas ainda nesta sexta, após novo parecer da Vigilância em Saúde.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

CAMPINAS : MPE pede condenação de presidentes da Sanasa e Mário Gatti


O MPE (Ministério Público Estadual) pediu a condenação por improbidade administrativa, dos presidentes da Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento), Arly de Lara Romêo, e do Hospital Mário Gatti, Marcos Eurípides Pimenta. O motivo foi a “festa e luxo” que a Sanasa bancou ilegalmente, com R$ 32,9 mil, para celebrar os 40 anos da unidade de saúde, em outubro de 2014. As informações são do Jornal TODODIA.
O Vereador Pedro Tourinho, na época, pediu esclarecimentos por requerimento sobre o ocorrido. O evento contou com um cardápio de luxo, como uísque, sobremesas, carpaccio ao molho de alcaparras, tartalete de bobó de camarão ao perfume de gengibre, tartalete com flores de salmão e dill ao coulis de limão siciliano, entre outros.
De acordo com reportagem do Jonal TODODIA, publicada nesta quarta-feira (05/10), a promotora Cristiane Corrêa de Souza Hillal afirma na ação que a licitação que escolheu a empresa que serviu o buffet foi direcionada, uma vez que a concorrência foi montada com a mesma relação de itens que a empresa vencedora tinha. Cristiane afirma que "junto com a solicitação de compra" do serviço de buffet, o cardápio da empresa vencedora foi anexado "para que, depois, fizesse parte integrante do edital de licitação". Para ela, a licitação, na prática, não existiu.
Ainda segundo o jornal, o Hospital Mário Gatti apresentou à Promotoria uma proposta de outra empresa em que constava o cardápio idêntico, para refutar a hipótese de que a administração tivesse montando uma licitação que se adequasse à empresa vencedora.
O documento apresentado, no entanto, é uma "prova falsa", segundo o MPE. Em depoimento, segundo a ação judicial, uma funcionária desse outro buffet apontou que foi procurada em janeiro por uma comissionada do Mário Gatti, que perguntou se poderia fornecer um cardápio igual ao da empresa que venceu a licitação para um evento futuro. Ela forneceu e-mails que trocou com essa servidora ao MPE. A comissionada também teve condenação por improbidade solicitada.

CAMPINAS : Sessão da Câmara: Jonas reduz em R$ 30 milhões verba da saúde para 2017

Hoje trato de um assunto da mais elevada importância e interesse para os campineiros. Trata-se da LOA (Lei Orçamentária anual) para o ano de 2017. Hoje saiu uma matéria no Correio Popular com um comparativo do orçamento de 2016, e suas explicações para as pastas que foram estranguladas.
O que me deixou impressionado é a área da saúde, setor apontado como o maior problema do município pela população. A verba para os 12 meses foi reduzida em R$ 30 milhões. O orçamento da saúde, proposto por Jonas Donizette, vai na contramão da inflação de 10%, e é reduzido mais ainda.
Vale lembrar que na gestão administração atual, houve falta de remédios nos centros de saúde, falta de recursos humanos, problemas na infraestrutura. Então, ao invés de apontar para um próximo mandato de recuperação da saúde, não, a prefeitura prefere mandar essa abominação para a Câmara, tirando mais dinheiro ainda da saúde pública.
A Secretaria de Transporte/Emdec, a mesma que aumentou em 216% o subsídio das empresas de ônibus somente neste ano, também ganhou um aumento considerável. De R$ 114,9 milhões, foi para R$ 259,9 milhões – um crescimento de 126,1%. A gente sabe que grande parte é para o subsídio, apesar de outras explicações.
A Secretaria de Serviços Públicos, que englobam as administrações regionais, teve queda de 11% e a Infraestrutura, uma queda de 8,93%.

Campinas : MPE abre inquérito para investigar Jonas Donizette por negligência na saúde e educação

O 15o Promotor da Justiça Cível de Campinas, Angelo Santos de Carvalhaes, instaurou um inquérito civil para averiguar negligência da Prefeitura de Campinas por causa da suspensão de serviços de educação e saúde. Estes serviços pararam de funcionar na época em que todos os vigilantes e funcionários e funcionárias da limpeza foram demitidos. A denúncia ao MPE (Ministério Público Estadual) foi feita pelo Vereador Pedro Tourinho.
Além disso, segundo o inquérito civil, o promotor também irá investigar eventual descumprimento contratual pelas empresas Gocil Serviços de Vigilância e Gocil Serviços Gerais. A denúncia no MPE foi feita no dia 6 de junho deste ano. Além do parlamentar, o Conselho Municipal de Saúde e um conselheiro de educação também ingressaram com denúncias.
A empresa tinha um contrato de R$ 65 milhões com a administração e o rompeu, segundo ela mesma, por falta de pagamento. Com isso, 1,6 mil trabalhadores que faziam trabalho de limpeza e vigilância foram retirados dos respectivos postos, causando restrição no atendimento nas unidades de saúde e escolas.
A Gocil informou que o contrato foi rompido porque os atrasos nos pagamentos superam três meses. Disse ainda que recebeu informações de que não haveria previsão de liquidação das parcelas correntes até dezembro deste ano.
Um antigo contrato com a Gocil foi questionado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). O órgão atestou que a empresa “apresentou valores acima da pesquisa de mercado e os preços unitários maiores que os referenciais”.
“Mesmo com um antigo contrato questionado pelo TCE, a prefeitura insistiu na contratação da mesma empresa. Por isso, na minha denúncia, pedi a apuração do processo licitatório da mais nova contratação, do rompimento contratual, além de uma eventual negligência da administração na suspensão da prestação de serviços essenciais para a população”, comentou o parlamentar.
O promotor deu um prazo de 30 dias para a prefeitura apresentar cópias do pregão presencial que originou o contrato, o próprio contrato, notas de pagamentos, entre outros.

MPE investiga compra de merenda por Jonas Donizette

O MPE (Ministério Público Estadual) instaurou um inquérito civil para investigar os contratos da gestão Jonas Donizette (PSB) com a Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar). A informação foi publicada pelo jornal TODODIA, no dia 28/10, e traz a justificativa que é necessário apurar se há irregularidades e sobrepreço na contratação da empresa para distribuição de suco de laranja na merenda escolar entre 2013 e 2015.
Em 26 de janeiro deste ano, o vereador Pedro Tourinho propôs a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) com a finalidade de investigar fraudes na compra de produtos para merenda escolar em Campinas. A base governista, porém, recuou e não permitiu a investigação.
De acordo com a reportagem, em julho, o ex-vendedor da entidade, Emerson Girardi, disse em depoimento à Operação Alba Branca que o contrato celebrado entre a Prefeitura de Campinas e a Coaf em 2013 foi o "melhor negócio" feito pela cooperativa, uma vez que os sucos de 200ml eram vendidos por R$ 1,89, enquanto o preço real era de R$ 1,25. Ele relatou que tais detalhes foram revelados a ele por Cássio Izique Chebabi, ex-presidente da cooperativa.
ESTADO
Em janeiro, o MPE deflagrou a Operação Alba Branca, que investiga um esquema de desvio de verbas públicas a partir de contratos superfaturados da merenda. Estima-se que R$ 400 milhões tenham sido pagos em propina. O MPE apontou fraudes nos contratos de merenda escolar entre a Coaf e quatro prefeituras da RMC (Região Metropolitana de Campinas): Americana, Campinas, Paulínia e Valinhos, segundo a reportagem.

Liminar autoriza coleta de lixo em Campinas Cidades

Coleta de lixo mecanizada na Rua Sacramento, em Campinas
A juíza titular da 3ª Vara do Trabalho de Campinas, Marina Zerbinatti, concedeu na tarde desta quinta-feira (17) uma liminar que suspendeu a decisão do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) que proibia a coleta de lixo na cidade de Campinas. O pedido de liminar foi ajuizado pelo Consórcio Renova na noite desta quarta-feira (16).
"A interdição determinada pela Autoridade Administrativa (MTE) transcende os riscos à saúde dos trabalhadores, pois a paralisação dos serviços de coleta de lixo representa risco à saúde pública, de toda a população atendida, inclusive destes mais de novecentos trabalhadores acaso residiam na região de Campinas, especialmente em tempos de enfermidades como Dengue, Chikungunya e Zika", considerou a juíza.
Na manhã de hoje era possível encontrar lixo acumulado em diversas vias e bairros que estão fora da zona de coleta mecanizada, serviço que não foi suspenso e atende 20% da cidade. Os bairros atendidos são: Centro, Cambuí, Barão Geraldo, Mansões Santo Antônio, Souzas, Joaquim Egídio e parte do bairro Guanabara.
Desde a tarde às 15h de ontem, quando foi suspenso o serviço de coleta pelo MTE, 80% da cidade estava sem coleta regular. A suspensão da coleta aconteceu após o MTE constatar irregularidades nas condições e forma de coleta do lixo feita pelos trabalhadores.
"As condições encontradas pelos fiscais foram de transporte inseguro dos trabalhadores coletores de lixo, devido à superlotação, tanto na cabine dos caminhões no trajeto da saída da empresa até a primeira parada para coleta, como no estribo (parte traseira) dos caminhões, haja vista o risco de quedas, atropelamentos e esmagamentos de partes corporais dos empregados na área de compactação de lixo dos caminhões", explicou a assessoria do órgão, ontem.
A Marina Zerbinatti ainda considerou, na liminar, que "não se está validando a situação imposta a estes trabalhadores, porém, a interdição dos serviços de forma abrupta não soluciona a questão e não traz qualquer benefício à categoria, muito menos à população".

Câmara de Campinas aprova "aplauso" ao presidente eleito dos EUA, Donald Trump


A Câmara de Campinas que ganhou repercussão nacional por moções e projetos polêmicos, aprovou na sessão desta quarta-feira (16) um requerimento de aplauso ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.
O requerimento do vereador Paulo Galtério (PSB) foi aprovado praticamente sem discussão, com ampla maioria e apenas quatro votos contrários. Apenas Paulo Bufalo (Psol) usou a tribuna para discursar contra a proposta, que considerou "lamentável a iniciativa de aplaudir um cidadão eleito com posições machistas, xenofóbicas (antipatia pelo estrangeiro), com posições que aparta a sociedade".
Após a confirmação da vitória do republicano Donald Trump, no último dia 09, bolsas do mundo todo registraram fortes quedas nas ações. A ascensão de Trump é vista com desconfiança pelos mercados e é temida por líderes internacionais, isso porque durante a campanha ele afirmou que irá deportar latinos, aumentar o protecionismo nacional, construir um muro para separar o México dos Estados Unidos, entre outras pautas conservadoras.
Em abril, oito dias após o deputado Jair Bolsonaro (PSC) apoiar a votação do impeachment e invocar a “memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”, os parlamentares aprovaram uma moção de repúdio a essa reverência.
O deputado protestou contra o posicionamento e chamou os vereadores de “otários” em entrevistas à imprensa. Em contra-ataque, a Câmara declarou Bolsonaro persona non grata em Campinas, sua cidade natal.
O parlamentar Jota Silva (PSB) tentou emplacar em novembro de 2015 um projeto para instalar um letreiro, semelhante ao de Hollywood, com os dizeres “Campinas, terra de Carlos Gomes”, a medida não avançou.
Já em outubro, Campos Filhos (DEM), propôs uma moção - que foi aprovada e encaminhada ao Ministério da Educação - para anular uma questão do Enem daquele ano que citava a filósofa feminista, Simone de Beauvoir. "É uma iniciativa (do governo federal) demoníaca. Porque eles estão querendo empurrar (o conceito) goela abaixo das pessoas quando se coloca uma situação dessas na prova do Enem", disse à época.
Em agosto de 2015, novamente Jota Silva (PSB) propôs um projeto de lei para celebrar o “Dia do Gol da Alemanha”, o objetivo era comemorar oficialmente no calendário da cidade a data que marcou o maior massacre do futebol brasileiro, quando o técnico Felipão e seus comandados levaram uma surra de 7 a 1 dos germânicos, no Mineirão, na Copa de 2014.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Campinas : Morador de rua é assassinado no Terminal Central


Um morador de rua foi morto a facadas na manhã desta quarta-feira (16), no Terminal Central de Campinas. O homem de cerca de 25 anos foi golpeado por um desconhecido às 6h, enquanto dormia, próximo ao cruzamento da Rua Cônego Cipião com a Avenida Senador Saraiva. O nome da vítima não foi divulgado. Ninguém foi preso até o momento desta publicação.
O homem estava sem documentos de identificação e foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) de Campinas, onde deverá ser feito o reconhecimento por parentes, segundo informou a Setec (Serviçoes Técnicos Gerais). A vítima tem 1,70 m e pesa cerca de 70 quilos. Não foram passados mais detalhes da aparência física.
De acordo com a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), o Samu chegou ao local por volta das 6h10, mas o homem já estava morto. A empresa informou que às 6h40 foi colocada sinalização especial para orientar o trânsito na região e não há registros de lentidão. A Polícia Científica chegou ao local do crime por volta de 7h10. Até às 8h50, o corpo ainda não havia sido retirado do local pela Setec.
Não há cobertura de câmeras de  segurança na área em que aconteceu o crime, segundo a Emdec. O caso foi registrado no 1º DP (Distrito Policial).

MTE suspende coleta de lixo em Campinas

A suspensão do serviço está mantida até que a empresa responsável faça as adequações necessárias
Cedoc/ RAC
A suspensão do serviço está mantida até que a empresa responsável faça as adequações necessárias
A coleta de lixo foi suspensa em Campinas esta manhã (16), por determinação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que constatou irregularidades na forma como os coletores são transportados e que, segundo o órgão, trazem riscos de queda e atropelamento aos funcionários durante a coleta do lixo nas ruas da cidade. A suspensão do serviço está mantida até que a empresa responsável pela coleta, o consórcio Renova Ambiental, faça as adequações necessárias. A Renova informou que irá se reunir hoje com o MTE e que também vai a Justiça em busca de liminar a mandado de segurança, para a manutenção da coleta de lixo.
A Renova Ambiental, formada pelas empresas Trail Infraestrutura Ltda., Severo Villares Projetos e Construções S.A e MB Engenharia e Meio Ambiente Ltda, coleta cerca de 1,5 mil toneladas de lixo doméstico por dia. Pelo serviço, a Prefeitura tem um contrato com a empresa no valor de R$ 91 milhões e que foi aditado em R$ 8,8 milhões no mês passado. A empresa é responsável por recolher os resíduos que a população deixa nas ruas, nos locais de coleta, e levar até o aterro Delta A – de lá, o lixo vai para Paulínia.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Câmara aprova subsídio de R$ 10 mil para os vereadores de Campinas, SP

Reajuste foi votado durante reunião extraordinária,.
Correção de 9,33% visa compensar perdas geradas por inflação, diz projeto.


Ao todo, 25 parlamentares de Campinas foram favoráveis ao novo valor do subsídio (Foto: Câmara dos Vereadores de Campinas)


Os vereadores de Campinas (SP) aprovaram , durante reunião extraordinária, subsídio mensal de R$ 10 mil aos parlamentares. De acordo com o projeto, o valor inclui reajuste de 9,33% sobre o montante atual de R$ 9,2 mil para compensar perda do poder aquisitivo gerado pela inflação acumulada entre maio/2015 e abril deste ano, e será dividido em duas parcelas - 5% na folha de pagamentos deste mês, e mais 4,33% a partir de setembro.

Ao todo, foram 25 votos favoráveis, um contrário e seis ausências. O índice e a forma de repasse são os mesmos que a Justiça homologou durante audiência de conciliação entre Prefeitura e servidores municipais. A categoria encerrou, na segunda, greve que durou 22 dias.

Os funcionários do Legislativo também serão contemplados com aumento igual, porém, neste caso o valor será repassado em parcela única na folha deste mês. Segundo a Câmara, os trabalhadores são representados por sindicato próprio, e a proposta foi aprovada em assembleia.
A Câmara informou ainda que o reajuste segue o Índice do Custo de Vida (ICV) do Departamento de Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

'Aumento zero'
Durante a sessão, os parlamentares também aprovaram resolução que impede "aumento real" nos subsídios de vereadores da próxima legislatura (2017-2020). O valor, contudo, será revisto anualmente, conforme prevê a Constituição.

A Câmara conta atualmente com 168 servidores concursados e 385 comissionados. Além disso, a verba de gabinete (valor máximo da soma dos salários dos funcionários) é de R$ 52 mil.

Reajuste para servidores
Os vereadores também aprovaram, nesta sessão, o projeto que concede reajuste de 9,33% em salários dos servidores municipais de Campinas. Foram 25 votos favoráveis e um contrário.

Sobre os benefícios, o percentual concedido pela administração é igual e será pago em parcela única, retroativo a maio. Segundo o governo, o auxílio-alimentação dos ativos subirá de R$ 788 para R$ 861,52; e o vale nutricional dos aposentados passará de R$ 120 para R$ 131,20.
O Executivo conta com 17,8 mil servidores ativos, além de 8,5 mil aposentados e pensionistas.

domingo, 13 de novembro de 2016

CAMPINAS : JONAS DONIZETTE CONFIRMA QUEBRA FINANCEIRA DA PREFEITURA DE CAMPINAS

Da Redação
Apenas um mês após a ser reeleito prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB) deu uma má notícia aos funcionários da prefeitura. O salário de 25% deles vai ser pago parcelado. Em nota, publicada na quinta-feira (27\10), Donizette anunciou o pagamento nesta sexta-feira (28) só para quem ganha até R$ 5,4 mil. Os funcionários que recebem um valor superior terão o salário parcelado. A segunda parte deve cair só em 15 de novembro.
O anúncio reforça a tese adotada pelos candidatos a prefeito de Campinas nas últimas eleições, de que o atual prefeito, administrou mal o dinheiro publico, levando a prefeitura a “quebrar” financeiramente.
De acordo com a nota, Donizette atribui o problema à crise econômica do País, que teria causado forte impacto nos municípios. “Excepcionalmente neste mês o pagamento a ser feito no dia 28 de outubro, de forma antecipada, será creditado integralmente a 75% dos servidores da ativa”.
Entre as medidas adotadas pelo prefeito também estão o corte de horas extras e de funcionários comissionados. Para complicar ainda mais, esta semana a Vigilância em Saúde interditou parcialmente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro, em Campinas, devido à falta de condições higiênicas e sanitárias, o que poderá levar ao fechamento da unidade.
(Foto: Reprodução)

sábado, 12 de novembro de 2016

Lei de Responsabilidade é alvo de debate em Campinas

O prefeito Jonas Donizette (PSB) disse que trabalha para fechar o ano com restos a pagar inferiores a R$ 300 milhões, valor que herdou no início de seu atual mandato




Com Americana e Valinhos, na Região Metropolitana de Campinas (RMC), incluídas entre os municípios do País que já declararam situação de calamidade ou emergência financeira, prefeitos de capitais e grandes cidades vão se reunir em Campinas no final do mês (entre os dias 28 e 30) para desencadear uma força-tarefa pela aprovação, no Congresso, de adequações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A intenção é afastar a elevada insegurança jurídica que atualmente contextualiza o fechamento de contas nos municípios.

O prefeito Jonas Donizette (PSB) disse nesta terça-feira (1º) que trabalha para fechar o ano com restos a pagar inferiores a R$ 300 milhões, valor que herdou no início de seu atual mandato, e assim não incorrer em crime de responsabilidade fiscal, conforme entendimento existente em relação à lei. “Queremos mudança na lei, uma flexibilização da LRF diante do momento de recessão que vivemos. 

Mais de 80% das prefeituras estão em situação de insolvência. A crise bateu à porta de todo mundo e queremos que o governo federal reconheça isso, que estamos sendo tão vítimas quanto a população.”

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que comandará a reunião em Campinas de 28 a 30 de novembro, já encaminhou ao Congresso proposta de mudança na LRF para que o texto deixe claro que a aferição do seu cumprimento deve ser feita mediante a contraposição do dinheiro em caixa com os restos a pagar processados (despesas liquidadas). Atualmente, há divergências entre os Tribunais de Contas e, por vezes, entre conselheiros de um mesmo tribunal, sobre a interpretação da Lei, gerando insegurança jurídica aos governantes.

A FNP requereu, ainda, o acréscimo de um dispositivo, conforme já previsto no artigo 66 da própria LRF, que trata de algumas “excepcionalidades de despesa de pessoal e dívida fundada”. O objetivo é ponderar as vedações estabelecidas no artigo 42. No texto sugerido, a vedação deve ser suspensa caso haja crescimento real baixo ou negativo do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, regional ou estadual por período igual ou superior a quatro trimestres. Além disso, a despesa orçamentária liquidada no último ano de mandato não deve ser superior à despesa orçamentária liquidada do exercício anterior, corrigida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou de outro índice que vier a substituí-lo.

Jonas disse que a única saída para os municípios é o Brasil voltar a crescer, mas que, enquanto isso não ocorre, é necessário o estabelecimento de flexibilização da LRF, para que os prefeitos possam acertar suas contas, sem incorrer em crime de responsabilidade. A estimativa inicial é que o déficit orçamentário previsto chege a R$ 350 milhões, mas mesmo com o pacote de cortes de gastos, anunciado na sexta-feira, Jonas ainda não consegue zerar a dívida — o novo pacote deve cortar R$ 100 milhões nas despesas, incluindo 20% de cortes nos gastos com comissionados (que incluirão redução de salários e demissões), corte de horas extras e suspensão da execução orçamentária, o que implica que novas despesas são serão executadas apenas com autorização expressão do prefeito e da Secretaria de Finanças.